Posicionamento do setor empresarial brasileiro pela urgência da criação de um MERCADO REGULADO DE CARBONO NO BRASIL
- Keep Estratégia ESG

- 1 de ago. de 2024
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As mudanças climáticas configuram uma emergência global que deve ser enfrentada de maneira coletiva, com esforços a serem empreendidos em todas as parcelas da sociedade. No setor privado, é notório o crescimento de iniciativas de descarbonização e transição climática, através de iniciativas tecnológicas e de modernização de cadeias produtivas. Já de amplo entendimento, a economia de baixo carbono representa para o Brasil um grande potencial de aumento de produtividade e vantagens comparativas, além do potencial em termos de abertura de mercados internacionais.
O esforço individual das empresas, entretanto, deve ser potencializado através de arcabouços regulatórios robustos e eficazes. Cabe ao poder público instituir políticas públicas que orientem a redução do impacto ambiental das atividades econômicas e incentivem um ecossistema de inovação, que favoreça a atração de investimentos e o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o crescimento econômico do país.
A instituição de um mecanismo de mercado de precificação de carbono em solo nacional configura, nesse sentido, um dos principais instrumentos regulatórios na necessária transição para uma economia de baixo carbono. A criação de um mercado regulado de carbono impulsiona o setor empresarial e o país ao protagonismo internacional na agenda de enfrentamento à mudança do clima.
A implementação do mercado de carbono regulado brasileiro se apresenta, ao longo da última década, dentre as principais demandas em termos de políticas públicas para o setor empresarial brasileiro. Esta agenda é bandeira do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) desde 2016, constando inclusive na agenda entregue pelas empresas associadas para os candidatos à Presidência nas eleições de 2018 e de 2022.





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