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Pesquisadores criam plástico que não dissolve no mar e não libera microplástico

  • Foto do escritor: Keep Estratégia ESG
    Keep Estratégia ESG
  • 7 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Buscando uma solução para o problema da poluição plástica, pesquisadores da Northeastern University, dos Estados Unidos, desenvolveram um novo plástico que se dissolve em água. A inovação foi batizada de bioplástico de MECHS, sigla para Mechanical Engineered Living Materials with Compostability, Healability and Scalability (ou Materiais Vivos de Engenharia Mecânica com Compostabilidade, Curabilidade e Escalabilidade, em tradução para o português).


O tipo de impacto que os materiais feitos pelo homem estão causando no mundo vivo está resultando em mudanças climáticas, poluição e mais”, disse Avinash Manjula-Basavanna, cientista pesquisador sênior da faculdade, em comunicado. “Uma das maneiras pelas quais podemos lidar com isso é tornar os materiais sustentáveis e, também, fazer materiais que sejam inteligentes.

Neel S. Joshi, professor associado de química e biologia química na Northeastern, acrescentou: “Atualmente, usamos muitos plásticos convencionais não biodegradáveis para aplicações nas quais eles não precisam ser usados. Se substituirmos isso pelo nosso plástico, você poderia simplesmente jogá-lo no vaso sanitário e ele se biodegradaria”.


O MECHS consiste em bactérias E. coli projetadas com uma matriz de fibra para criar um material semelhante a papel ou filme. Essa fibra, segundo os pesquisadores, permite que o produto estique como filme plástico e seja geneticamente modificado com a adição de proteínas ou peptídeos, para torná-lo mais ou menos rígido.


A sua dissolução pode ser feita tanto na água quanto em uma composteira – e, como garantem dos criadores, acontece de forma mais rápida do que outros plásticos biodegradáveis. Além disso, o material pode ser produzido em massa em um processo semelhante à fabricação de papel.


A equipe envolvida no trabalho imagina que o produto poderia ser usado para o que eles chamam de “embalagem primária”, que é aquele plástico fino que protege a tela e a capa do celular, por exemplo.






 
 
 

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