Fundos de ações ESG registram fuga de capitais no primeiro trimestre, enquanto fundos de renda fixa sustentáveis atraem investidores
- Keep Estratégia ESG

- 5 de mai. de 2025
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O cenário para fundos sustentáveis ficou mais complexo em 2025, com pressões geopolíticas, mudanças regulatórias e um retrocesso no apoio governamental – em especial dos EUA – a pautas ESG em mercados-chave.
Os fundos sustentáveis globais registraram saídas líquidas recordes de US$ 8,6 bilhões (aproximadamente R$ 48,5 bilhões) no primeiro trimestre de 2025, segundo o relatório Global Sustainable Fund Flows da Morningstar publicado agora em abril.
Este movimento contrasta com os US$ 18,1 bilhões (cerca de R$ 102 bilhões) de captações líquidas registradas no trimestre anterior, sinalizando uma mudança drástica no apetite dos investidores por produtos ESG (ambientais, sociais e de governança).
O universo analisado pela Morningstar inclui tanto fundos abertos quanto ETFs, que, por meio de seus documentos oficiais, declaram ter foco em sustentabilidade, impacto ou fatores ambientais, sociais e de governança.
Esses fundos e ETFs são divididos em três grandes regiões: Europa, Estados Unidos e Resto do Mundo — com dados mais detalhados para mercados como Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Japão. Outros países asiáticos, como China, Índia e Coreia do Sul, são agrupados sob a categoria "Ásia ex-Japão" devido ao seu menor volume de ativos.




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